É fácil escolher mudar o corte de cabelo, mas não é fácil se arrepender depois, esperar crescer, mesmo que tenha sido escolha sua. Se você encarar o corte de cabelo como sendo uma mudança drástica, então suas chances de ter escolhido errado são maiores ainda. Mas cabelos crescem, pode demorar mas você consegue deixar eles do jeitinho que estavam antes. Outras coisas não.
Eu parei de tentar fingir que se eu voltasse no tempo, eu faria tudo igual. Mentira, não conseguiria fazer tudo igual, porque é tanta cagada que talvez eu voltasse, repensasse e aí passaria pelo menos uns 3 anos só dormindo. Eu sei que, independente das escolhas que eu tivesse feito, hoje eu provavelmente estaria no mesmo lugar ou melhor - não teria como ser pior - e, na verdade, olhando pra trás eu sei que por mais insensata que eu tenha sido, podia ter sido e ainda podia ser realmente ruim, mas não é. Prefiro acreditar que o destino me deu uma segunda, uma terceira e uma quarta chance, por mais que eu tenha sido teimosa. Me deu chance de pensar, de refletir, de parar um pouco no mesmo lugar e de me deixar sonhar um pouco.
Provavelmente eu ainda não faço as melhores escolhas, mas eu tenho certeza de que quebrei a cabeça o suficiente pra não cometer erros tão graves. Se eu voltasse no tempo, eu faria tudo diferente, mas como nem DeLorean eu tenho, prefiro começar a pensar antes de cometer erros e ao invés de repetir os antigos, começar a cometer erros novos. No final de tudo, você percebe que você pode, sim, ser diferente, pode errar, pode voltar atrás e pode arrumar tudo - desde que não demore tempo demais pra perceber tudo isso.
Mostrando postagens com marcador Carolzices. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carolzices. Mostrar todas as postagens
sábado, 26 de novembro de 2011
Sobre as escolhas
Postado por
Caroline
às
10:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Estudar faz bem
Sempre estudei em boas escolas e tive bons professores desde o começo. Mas nem todo mundo teve a oportunidade de ter a Tia Denise sempre paciente para ensinar as contas de dividir e a Popô pra fazer os alunos verem as maravilhas da história diante de seus olhos. Eu acho que o grande problema no Brasil não é nem a falta de escola e de professores, mas sim a falta de estímulo. Crianças que crescem em um lar onde não tem a devida orientação e que são expostas a coisas erradas (e que elas acabam achando normal) não tem vontade ou prazer em ter conhecimento. Eu sei que a realidade é dura, chata, feia, boba, mas é a que temos e precisamos trabalhar para que ela mude. O estímulo dos pais é fundamental para formar bons alunos, não por disciplina, mas ávidos de conhecimento e que queiram um futuro melhor. É, a gente sabe e vê todos os dias que no mercado de trabalho, o que vale é ter um bom curso universitário - e, hoje, não dá nem pra reclamar que é impossível completar o ensino superior com tantas oportunidade de financiamento e o ProUNI.
Eu acho que falta vontade e, aí, vemos um problema cultural também. Eu lembro que, quando estava na escola, o "mais legal" era sair da sala pra ficar no corredor, era o desafio de burlar aula pulando o muro da escola (coisa que eu nunca fiz porque sou gorda hahaha), o bom era sentar com as amigas e atazanar o professor quando a aula era chata... O legal, era ser errado. E eu imagino que isso continue, o cara "respeitado" dentro da escola é aquele que xingou o colega, desrespeitou a professora, levou uma punição na diretoria e os pais não falaram absolutamente nada. Isso quando não apoiam os filhos, principalmente contra os professores. Vi muito disso, também, quando trabalhei em uma escola estadual de São Paulo em 2005. Aquelas crianças não tinham estímulo em casa, não tinham estímulo na escola... Mudou (e muito!) quando entrou a Penha, uma diretora de braço forte que foi lá e reformou a escola e disciplinou os alunos.
É difícil conscientizar, sabe? É difícil fazer eles verem que o menino que fica até tarde na rua pra beber não é o cara legal, é o cara que pode acabar alcoolatra ou, pior, morto. Eu admiro quem precisa, quer e gosta de ter mais e mais conhecimento, pessoas que são estimuladas desde de pequenos a serem os melhores entre os melhores - e isso é ótimo, porque mesmo quando não são bons, ainda precisam se ver melhores do que a maioria...
Educação é fundamental, aprender é uma delícia e estudar faz bem!
Eu acho que falta vontade e, aí, vemos um problema cultural também. Eu lembro que, quando estava na escola, o "mais legal" era sair da sala pra ficar no corredor, era o desafio de burlar aula pulando o muro da escola (coisa que eu nunca fiz porque sou gorda hahaha), o bom era sentar com as amigas e atazanar o professor quando a aula era chata... O legal, era ser errado. E eu imagino que isso continue, o cara "respeitado" dentro da escola é aquele que xingou o colega, desrespeitou a professora, levou uma punição na diretoria e os pais não falaram absolutamente nada. Isso quando não apoiam os filhos, principalmente contra os professores. Vi muito disso, também, quando trabalhei em uma escola estadual de São Paulo em 2005. Aquelas crianças não tinham estímulo em casa, não tinham estímulo na escola... Mudou (e muito!) quando entrou a Penha, uma diretora de braço forte que foi lá e reformou a escola e disciplinou os alunos.
É difícil conscientizar, sabe? É difícil fazer eles verem que o menino que fica até tarde na rua pra beber não é o cara legal, é o cara que pode acabar alcoolatra ou, pior, morto. Eu admiro quem precisa, quer e gosta de ter mais e mais conhecimento, pessoas que são estimuladas desde de pequenos a serem os melhores entre os melhores - e isso é ótimo, porque mesmo quando não são bons, ainda precisam se ver melhores do que a maioria...
Educação é fundamental, aprender é uma delícia e estudar faz bem!
Postado por
Caroline
às
13:33
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Minha melhor amiga.
Eu nunca imaginei que eu teria uma melhor amiga. Sério, eu tentei muito, com muitas pessoas...
É que ela me vê de verdade, sabe? Até quando eu estou lá, no teatrinho, fingindo que está tudo bem, ela sabe que o que eu mais quero é chorar. A diferença é que ela me diz isso, sem medo. Ela sabe que eu preciso dela.
Amizade é isso. Quando duas pessoas se conhecem e, de alguma maneira, sabem o que o outro sente. Sabem o que é verdadeiro e o que dói. E te apoiam, mesmo que você esteja absurdamente errado. Eles sabem que precisamos tomar nossas próprias decisões e, talvez, bater a cabeça mais uma vez, o que importa é que eles, de alguma forma, estarão lá, pra você, por você.
Nandoca, te quiero con limón.
<3
É que ela me vê de verdade, sabe? Até quando eu estou lá, no teatrinho, fingindo que está tudo bem, ela sabe que o que eu mais quero é chorar. A diferença é que ela me diz isso, sem medo. Ela sabe que eu preciso dela.
Amizade é isso. Quando duas pessoas se conhecem e, de alguma maneira, sabem o que o outro sente. Sabem o que é verdadeiro e o que dói. E te apoiam, mesmo que você esteja absurdamente errado. Eles sabem que precisamos tomar nossas próprias decisões e, talvez, bater a cabeça mais uma vez, o que importa é que eles, de alguma forma, estarão lá, pra você, por você.
Nandoca, te quiero con limón.
<3
Postado por
Caroline
às
22:35
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Insônia
Não sei errar. Não na vida, que nessa eu já cometi erros suficientes para acordar todo dia, olhar o espelho e pensar "hoje você vai fazer tudo certo. Errei profissionalmente. Não, não foi tão grave assim, mas foi minha culpa, foi uma falha humana - pior, minha.
Sou do tipo que não consegue dormir quando erra. Pode ser uma coisa mínima, mas já me tira o sono por umas três noites e foi justamente o que aconteceu hoje. Aí fico na paranóia do "se" - e se eu tivesse feito isso e aquilo e aquilo outro - mesmo sabendo que, no tempo, é impossível voltar atrás.
Engraçado como um erro reflete até na minha escrita: palavras como "impossível" não deveriam fazer parte do meu vocabulário, assim como a quantidade de "nãos" em um só parágrafo.
Pior que depois da culpa, sempre vem a vontade de abraçar o mundo. A única coisa que eu sei é que eu maximizo meus problemas, tento achar soluções, coloco prós e contras numa lista imaginária e, mesmo assim, ainda não sei bem o que fazer para consertar o estrago. Apagar o incêndio é fácil, limpar e reconstruir os destroços é que demanda disciplina, aplicação e fuerza bruta.
A melhor parte é que eu nunca errei tão feio, tão crasso. Nunca me senti, também, tão burra a ponto de ter trocado datas... Enfim, já foi, não dá para chorar sobre o leite derramado, o que dá para fazer é pegar o pano, limpar e torcer para que a mancha saia.
Agora é a hora em que eu vou maximizar minha potência, meu melhor.
E isso, caros, prometo fazer com excelência.
Sou do tipo que não consegue dormir quando erra. Pode ser uma coisa mínima, mas já me tira o sono por umas três noites e foi justamente o que aconteceu hoje. Aí fico na paranóia do "se" - e se eu tivesse feito isso e aquilo e aquilo outro - mesmo sabendo que, no tempo, é impossível voltar atrás.
Engraçado como um erro reflete até na minha escrita: palavras como "impossível" não deveriam fazer parte do meu vocabulário, assim como a quantidade de "nãos" em um só parágrafo.
Pior que depois da culpa, sempre vem a vontade de abraçar o mundo. A única coisa que eu sei é que eu maximizo meus problemas, tento achar soluções, coloco prós e contras numa lista imaginária e, mesmo assim, ainda não sei bem o que fazer para consertar o estrago. Apagar o incêndio é fácil, limpar e reconstruir os destroços é que demanda disciplina, aplicação e fuerza bruta.
A melhor parte é que eu nunca errei tão feio, tão crasso. Nunca me senti, também, tão burra a ponto de ter trocado datas... Enfim, já foi, não dá para chorar sobre o leite derramado, o que dá para fazer é pegar o pano, limpar e torcer para que a mancha saia.
Agora é a hora em que eu vou maximizar minha potência, meu melhor.
E isso, caros, prometo fazer com excelência.
Postado por
Caroline
às
01:15
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Mudança de vida pede mudança de estilo
Com a consultoria da Nanda, minha amiga e companheira de trabalho, mudarei meu estilo.
23 anos nas costas e ainda me visto como uma adolescente - não dá, né?
Criei o blog O Novo Visual da Carol onde vou falar sobre as dicas da Nanda para o meu tipo de corpo, onde vou colocar fotos do meu progresso, onde vou desabafar quando nenhuma calça couber em mim e onde vou dar dicas de lugares bacanas para comprar roupas e sapatos que caibam no bolso e te deixem mais bonita!
Enjoy :)
23 anos nas costas e ainda me visto como uma adolescente - não dá, né?
Criei o blog O Novo Visual da Carol onde vou falar sobre as dicas da Nanda para o meu tipo de corpo, onde vou colocar fotos do meu progresso, onde vou desabafar quando nenhuma calça couber em mim e onde vou dar dicas de lugares bacanas para comprar roupas e sapatos que caibam no bolso e te deixem mais bonita!
Enjoy :)
Postado por
Caroline
às
12:27
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dádivas
Postado por
Caroline
às
22:01
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Nós
Você é meu melhor amigo. Meu companheiro de risadas, de alegrias e de tristezas. Você me abraça forte quando a saudade não cabe mais no meu peito e faz com que eu me sinta segura.
Você é meu futuro. É com você que eu desejo, finalmente, me casar, ter filhos, uma casa na praia nos finais de semana e um lar, de verdade, abençoado, como os que nós crescemos.
Você é minha inspiração. Quando eu te vejo, tenho vontade de cantar, mesmo que eu faça isso muito mal. Eu tenho vontade de dançar na chuva, de ver estrelas.
Eu sei que são só 3 meses. Mas parecem 3 anos. Eu sei que tem muita coisa pela frente. Mas estou preparada para enfrentar o mundo, se precisar.
Eu te amo, Dinossauro.
Você é meu futuro. É com você que eu desejo, finalmente, me casar, ter filhos, uma casa na praia nos finais de semana e um lar, de verdade, abençoado, como os que nós crescemos.
Você é minha inspiração. Quando eu te vejo, tenho vontade de cantar, mesmo que eu faça isso muito mal. Eu tenho vontade de dançar na chuva, de ver estrelas.
Eu sei que são só 3 meses. Mas parecem 3 anos. Eu sei que tem muita coisa pela frente. Mas estou preparada para enfrentar o mundo, se precisar.
Eu te amo, Dinossauro.
Postado por
Caroline
às
10:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
segunda-feira, 30 de maio de 2011
De antigamente
Quem me vê falando "antigamente" ri.
Ri porque eu, no alto dos meus 23 anos, acho que já vi coisa demais.
Vejam só: eu vi a internet se popularizar.
Eu vi o celular deixar de ser artigo de luxo.
Eu vi o Sítio do Picapau Amarelo de verdade e o de mentirinha.
Eu vi as fotos virarem todas digitais.
Eu vi a gente gravar em fita, CD e, depois, colocar um monte de música no iPod.
Eu também vi a gente gravar em fita, DVD-R e, depois, colocar tudo no HD externo.
Eu vi as locadoras virarem cult.
Eu vi os filmes da Sessão da Tarde que agora são considerados cult. Na Sessão da Tarde.
Eu também vi um monte de tragédias naturais, ou não, que rolaram no mundo inteiro.
Eu vi as pessoas assumirem seus piores medos, seus maiores defeitos e suas verdadeiras faces.
Eu vi um monte de gente que eu gostava morrer.
E eu vi que é difícil, mas a gente aprende a lidar com isso.
Eu vi a Xuxa decair, vi a Angélica com filhos e a Sandy casando (e devassa).
Eu ouvi um monte de coisa nova e boa.
Eu vi as redes sociais dominarem a web.
Eu vi que o poder de algumas pessoas está nas suas palavras (ou memes).
Eu vi ditadores caindo, revoluções acontecendo e sem tirar o bumbum do sofá.
Eu vi coisas boas e ruins me bombardeando o tempo inteiro...
Eu posso ter só 23 anos, mas eu já vi, ouvi, vivi, senti e perdi tantas coisas, que não me admiraria de ter nascido há 10 mil anos atrás.
Ri porque eu, no alto dos meus 23 anos, acho que já vi coisa demais.
Vejam só: eu vi a internet se popularizar.
Eu vi o celular deixar de ser artigo de luxo.
Eu vi o Sítio do Picapau Amarelo de verdade e o de mentirinha.
Eu vi as fotos virarem todas digitais.
Eu vi a gente gravar em fita, CD e, depois, colocar um monte de música no iPod.
Eu também vi a gente gravar em fita, DVD-R e, depois, colocar tudo no HD externo.
Eu vi as locadoras virarem cult.
Eu vi os filmes da Sessão da Tarde que agora são considerados cult. Na Sessão da Tarde.
Eu também vi um monte de tragédias naturais, ou não, que rolaram no mundo inteiro.
Eu vi as pessoas assumirem seus piores medos, seus maiores defeitos e suas verdadeiras faces.
Eu vi um monte de gente que eu gostava morrer.
E eu vi que é difícil, mas a gente aprende a lidar com isso.
Eu vi a Xuxa decair, vi a Angélica com filhos e a Sandy casando (e devassa).
Eu ouvi um monte de coisa nova e boa.
Eu vi as redes sociais dominarem a web.
Eu vi que o poder de algumas pessoas está nas suas palavras (ou memes).
Eu vi ditadores caindo, revoluções acontecendo e sem tirar o bumbum do sofá.
Eu vi coisas boas e ruins me bombardeando o tempo inteiro...
Eu posso ter só 23 anos, mas eu já vi, ouvi, vivi, senti e perdi tantas coisas, que não me admiraria de ter nascido há 10 mil anos atrás.
![]() |
I've had the time of my life No I've never felt this way before Yes I swear it's the truth, And I owe it all to you |
Postado por
Caroline
às
19:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
segunda-feira, 9 de maio de 2011
A big big fan
Eu era uma menina que tinha meia dúzia de ídolos musicais na vida: Cazuza (que já tinha morrido), Hanson (e você não pode me julgar), Alanis Morissette, Mozart (morto também), Oasis e Pearl Jam. Fim. Naquela época o mais próximo que eu chegava deles, além de ouvir repetidamente, era comprando revistas e mais revistas com posteres e fotos e nhé nhé nhé. Autógrafo? Jamais. Carta? De jeito nenhum. Conversa? Totalmente impossível.
O tempo passa e, claro, os ídolos mudam. Passei a gostar de coisas mais "alternativas", que fogem do lugar comum e, com isso, reciclei meus ídolos e descobri um monte de gente nova legal. Entre Regina Spektor, Adele e Pomplamoose, descobri também uma menina de voz gostosa. Vi um filme bobo de tarde na TV, um dos inúmeros cansativos títulos de "American Pie", mas me encantei com duas músicas - "Say Yes" do fofo Elliott Smith (também morto) e a gracinha "Heartbeats" da Melinda Ortner. Olha, só eu sei o QUANTO eu cacei essa música nos sites de cifras, no youtube, na wikipédia e, finalmente, no Twitter, onde fiz um pequeno elogio e... Ganhei reply! Uau! Fiquei super feliz e tal, mas nessas andanças da vida nem tentei manter qualquer tipo de "contato", afinal, é uma artista ocupada, que tem shows a fazer, etc, etc..
Passa o tempo, passam os dias e as estações, eis que hoje entro no Twitter e adivinha quem me passou suas novas músicas? Melinda. Eu nunca imaginei nenhum tipo de diálogo com meus ídolos e agora tem uma pessoa que admiro a voz e a música ali, pertinho de mim. Eu não me importo de ela ter mandado esse reply para todo mundo que segue ela. Ela mandou para mim.
Obrigada, Melinda. Hoje você fez eu me sentir muito especial!
Ouça as músicas de Melinda Ortner e se apaixone também! :)
(Joguei no Google Translate, não sei se fará sentido, mas quem sabe ela não arruma um tempinho para ler, né?)
I was a girl who had half a dozen musical idols in life: Cazuza (who had already died), Hanson (and you can not judge me), Alanis Morissette, Mozart (also dead), Oasis and Pearl Jam. End. Back then the closest I got them and listen to repeatedly, was buying more magazines and journals with photos and posters and nhé nhé nhé. Autograph? Ever. Charter? No way. Conversation? Totally impossible.
Time passes and, of course, change the idols. I appreciate things more "alternative" but to flee the place and, with it, recycle my idols and I found a bunch of cool new people. Between Regina Spektor, Adele and Pomplamoose, also discovered a girl sexy voice. I saw a silly movie on TV in the afternoon, one of the many tiresome titles of "American Pie" but I was charmed with two songs - "Say Yes" of fluffy Elliott Smith (also dead) and the cute "Heartbeats" from Melinda Ortner. Look, I know just HOW MUCH I dug up this song on the sites of numbers, on youtube, on wikipedia, and finally on Twitter, where I did a little praise e. .. Reply I won! Wow! I was so happy and such, but those ways of life, nor tried to maintain any kind of "contact ", after all, is a busy artist, who has to do concerts, etc, etc. ..
Time after time, spend their days and seasons, now today I get on Twitter and guess who gave me their new songs? Melinda. I never thought any kind of dialogue with my idols and now have a person I admire the voice and the music there, close to me. I do not care that she had sent this reply to everyone who follows it. She sent for me.
Thank you, Melinda. Today you made me feel very special!
Listen to the music of Melinda Ortner and fall in love too! :)
O tempo passa e, claro, os ídolos mudam. Passei a gostar de coisas mais "alternativas", que fogem do lugar comum e, com isso, reciclei meus ídolos e descobri um monte de gente nova legal. Entre Regina Spektor, Adele e Pomplamoose, descobri também uma menina de voz gostosa. Vi um filme bobo de tarde na TV, um dos inúmeros cansativos títulos de "American Pie", mas me encantei com duas músicas - "Say Yes" do fofo Elliott Smith (também morto) e a gracinha "Heartbeats" da Melinda Ortner. Olha, só eu sei o QUANTO eu cacei essa música nos sites de cifras, no youtube, na wikipédia e, finalmente, no Twitter, onde fiz um pequeno elogio e... Ganhei reply! Uau! Fiquei super feliz e tal, mas nessas andanças da vida nem tentei manter qualquer tipo de "contato", afinal, é uma artista ocupada, que tem shows a fazer, etc, etc..
Passa o tempo, passam os dias e as estações, eis que hoje entro no Twitter e adivinha quem me passou suas novas músicas? Melinda. Eu nunca imaginei nenhum tipo de diálogo com meus ídolos e agora tem uma pessoa que admiro a voz e a música ali, pertinho de mim. Eu não me importo de ela ter mandado esse reply para todo mundo que segue ela. Ela mandou para mim.
Obrigada, Melinda. Hoje você fez eu me sentir muito especial!
Ouça as músicas de Melinda Ortner e se apaixone também! :)
(Joguei no Google Translate, não sei se fará sentido, mas quem sabe ela não arruma um tempinho para ler, né?)
I was a girl who had half a dozen musical idols in life: Cazuza (who had already died), Hanson (and you can not judge me), Alanis Morissette, Mozart (also dead), Oasis and Pearl Jam. End. Back then the closest I got them and listen to repeatedly, was buying more magazines and journals with photos and posters and nhé nhé nhé. Autograph? Ever. Charter? No way. Conversation? Totally impossible.
Time passes and, of course, change the idols. I appreciate things more "alternative" but to flee the place and, with it, recycle my idols and I found a bunch of cool new people. Between Regina Spektor, Adele and Pomplamoose, also discovered a girl sexy voice. I saw a silly movie on TV in the afternoon, one of the many tiresome titles of "American Pie" but I was charmed with two songs - "Say Yes" of fluffy Elliott Smith (also dead) and the cute "Heartbeats" from Melinda Ortner. Look, I know just HOW MUCH I dug up this song on the sites of numbers, on youtube, on wikipedia, and finally on Twitter, where I did a little praise e. .. Reply I won! Wow! I was so happy and such, but those ways of life, nor tried to maintain any kind of "contact ", after all, is a busy artist, who has to do concerts, etc, etc. ..
Time after time, spend their days and seasons, now today I get on Twitter and guess who gave me their new songs? Melinda. I never thought any kind of dialogue with my idols and now have a person I admire the voice and the music there, close to me. I do not care that she had sent this reply to everyone who follows it. She sent for me.
Thank you, Melinda. Today you made me feel very special!
Listen to the music of Melinda Ortner and fall in love too! :)
Postado por
Caroline
às
10:57
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices,
Música
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Meu bem
Algumas coisas você até tenta evitar que aconteçam. Outras te atropelam.
Era uma quarta feira de cinzas. Aqueles olhos cor de oceano, que se olhar direito enxerga até alguns barquinhos, focaram em outros que de tão tristes não tinham forças para ficar abertos por muito tempo. O toque das mãos fez tremer dois pares de joelhos.
Aquele pé que encheu de bolha dormiu feliz. Aquela língua sabor doce de leite queria mais sorvete. Aquele sorriso não queri a se despedir. Aqueles outros pés não queriam ir embora.
Ainda bem que foram.
Melhor ainda, quando voltaram.
Dei licença para colo. Autorizei abraço. Bati carimbo para beijo. Burocracia sentimental, das mais bobas, que eu achava necessária.
Notícia do dia: coração não conhece medo e se joga da ponte.
Era uma quarta feira de cinzas. Aqueles olhos cor de oceano, que se olhar direito enxerga até alguns barquinhos, focaram em outros que de tão tristes não tinham forças para ficar abertos por muito tempo. O toque das mãos fez tremer dois pares de joelhos.
Aquele pé que encheu de bolha dormiu feliz. Aquela língua sabor doce de leite queria mais sorvete. Aquele sorriso não queri a se despedir. Aqueles outros pés não queriam ir embora.
Ainda bem que foram.
Melhor ainda, quando voltaram.
Dei licença para colo. Autorizei abraço. Bati carimbo para beijo. Burocracia sentimental, das mais bobas, que eu achava necessária.
Notícia do dia: coração não conhece medo e se joga da ponte.
Postado por
Caroline
às
11:58
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
terça-feira, 3 de maio de 2011
Coração
Postado por
Caroline
às
16:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Bullying
Todo mundo diz que já sofreu.
Quem admite que já cometeu?
Quem admite que já cometeu?
Postado por
Caroline
às
17:16
3
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Bróder
Entre os dias 26 e 28 de abril (anteontem, ontem e hoje), rola o Youpix, um encontro de gente que faz a internet e faz parte da internet. Eu, particularmente, gostava mais de ir no evento num lugar pequeno e conhecer todo mundo, mas porque eu sou egoísta e adoro gente puxando meu saco - quem não gosta fecha o navegador e vai tricotar. Claro que eu fico feliz - mais pela Bia Granja - do evento ter crescido tanto e, nessa edição, ser no Porão das Artes no Ibirapuera e ter pessoas famosas como o Rafinha Bastos.
Famosas?
Eu vi uma tietagem ou outra por lá em cima do cara. Todo mundo quer ser bróder, quer tirar foto, quer contar uma piada que acha super engraçada (dica: ele não quer ouvir), mas não é aquela coisa beatlemaníaca que eu imaginei que seria. Até não muito tempo atrás, quem aparecia na televisão era, para os pobres mortais, alguém num patamar superior porque "oh, ele é famoso!". Hoje você dismitifica o cara que aparece na TV - ele é famoso porque o Brasil inteiro conhece a cara dele, mas ele não é mais inacessível, ele não está mais acima do bem e do mal, ele até te manda reply no Twitter se você mandar alguma coisa que vale a pena (se não respondeu no terceiro só leia e pare de insistir).
A nossa geração matou o "famoso" e criou as "subcelebridades", matou o "cara da TV" e criou o "cara normal" - e isso é ótimo. É bom ter os homens e mulheres da TV como "exemplo" (entre aspas porque Flora não é pra ser seguida), mas eles não precisam mais ser as pessoas que ditam a moda (beijo pro Clone), não precisam mais ser as pessoas que ditam comportamentos (o Mocotó tá gordo, de cabelo curto e ataca de DJ) e, principalmente, não precisam mais influenciar na personalidade das pessoas (Viúva Porcina me despreza)...
No final, eu fiquei feliz do pessoal tirar fotos com o Rafinha Bastos e eu, no alto da minha relevância, poder ver isso e achar fofo. Um fato? Eu prefiro mesmo não ter a responsabilidade de estar no lugar dele...
Famosas?
Eu vi uma tietagem ou outra por lá em cima do cara. Todo mundo quer ser bróder, quer tirar foto, quer contar uma piada que acha super engraçada (dica: ele não quer ouvir), mas não é aquela coisa beatlemaníaca que eu imaginei que seria. Até não muito tempo atrás, quem aparecia na televisão era, para os pobres mortais, alguém num patamar superior porque "oh, ele é famoso!". Hoje você dismitifica o cara que aparece na TV - ele é famoso porque o Brasil inteiro conhece a cara dele, mas ele não é mais inacessível, ele não está mais acima do bem e do mal, ele até te manda reply no Twitter se você mandar alguma coisa que vale a pena (se não respondeu no terceiro só leia e pare de insistir).
Procurei uma foto do Rafinha no Youpix pra colocar aqui, mas não achei. Todos chora.
A nossa geração matou o "famoso" e criou as "subcelebridades", matou o "cara da TV" e criou o "cara normal" - e isso é ótimo. É bom ter os homens e mulheres da TV como "exemplo" (entre aspas porque Flora não é pra ser seguida), mas eles não precisam mais ser as pessoas que ditam a moda (beijo pro Clone), não precisam mais ser as pessoas que ditam comportamentos (o Mocotó tá gordo, de cabelo curto e ataca de DJ) e, principalmente, não precisam mais influenciar na personalidade das pessoas (Viúva Porcina me despreza)...
![]() |
| Tolinha. |
Postado por
Caroline
às
11:09
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 14 de abril de 2011
I'm still alive
Eu comecei mesmo a gostar de Pearl Jam por conta de uma prima minha que tinha todas as músicas gravadas. Gostava de Black, naquela parte que dizia "I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star in somebody else sky, why can't it be mine?", mas a música que Eddie Vedder gritou e que mais me marcou foi Alive.
A letra da música, em si, não tem nada de especial (e música é como gosto, cada um interpreta de um jeito), mas o refrão é forte demais. I'm still alive, eu continuo vivo.
Viver não é difícil a princípio, quando você sabe que a sua grande responsabilidade é tirar boas notas na escola, comer seus vegetais e lavar direitinho atrás da orelha. Só que dura pouco, porque a pressão começa a crescer, você precisa acordar cedo pra ir para a escola, precisa passar no vestibular, precisa arrumar um bom emprego, precisa de alguém pra compartilhar seus momentos, precisa planejar sua próxima festa de aniversário, precisa casar, precisa ter filhos... Quando você se dá conta, como eu tenho me dado agora, uau, como é difícil viver. Se manter vivo é fácil, viver mesmo, aproveitar o dia, o final de semana, a hora do almoço, isso sim é muito difícil...
Quando pequenos somos levados a acreditar em uma vida ideal. Nossos pais não nos deixam escolher demais e reclamam se bebemos coca cola no café da manhã. Você cresce e escolhe comer cheetos no café da manhã, você usa o seu tempo livre pra ver TV e ficar na internet, você deixa de respirar pra poder ficar no conforto estofado do seu carro... E tudo isso por quê?! Eu não sei. Eu não sei porque algumas pessoas se esforçam tanto sabendo que não vão chegar a lugar nenhum, eu só sei que sou uma dessas pessoas que lutam, que choram, que batalham, que arriscam e mesmo sabendo que eu vou chegar no mesmo lugar em que todo mundo vai chegar um dia, eu fico feliz. Feliz porque eu ainda estou viva.
A letra da música, em si, não tem nada de especial (e música é como gosto, cada um interpreta de um jeito), mas o refrão é forte demais. I'm still alive, eu continuo vivo.
Viver não é difícil a princípio, quando você sabe que a sua grande responsabilidade é tirar boas notas na escola, comer seus vegetais e lavar direitinho atrás da orelha. Só que dura pouco, porque a pressão começa a crescer, você precisa acordar cedo pra ir para a escola, precisa passar no vestibular, precisa arrumar um bom emprego, precisa de alguém pra compartilhar seus momentos, precisa planejar sua próxima festa de aniversário, precisa casar, precisa ter filhos... Quando você se dá conta, como eu tenho me dado agora, uau, como é difícil viver. Se manter vivo é fácil, viver mesmo, aproveitar o dia, o final de semana, a hora do almoço, isso sim é muito difícil...
Quando pequenos somos levados a acreditar em uma vida ideal. Nossos pais não nos deixam escolher demais e reclamam se bebemos coca cola no café da manhã. Você cresce e escolhe comer cheetos no café da manhã, você usa o seu tempo livre pra ver TV e ficar na internet, você deixa de respirar pra poder ficar no conforto estofado do seu carro... E tudo isso por quê?! Eu não sei. Eu não sei porque algumas pessoas se esforçam tanto sabendo que não vão chegar a lugar nenhum, eu só sei que sou uma dessas pessoas que lutam, que choram, que batalham, que arriscam e mesmo sabendo que eu vou chegar no mesmo lugar em que todo mundo vai chegar um dia, eu fico feliz. Feliz porque eu ainda estou viva.
Postado por
Caroline
às
13:41
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quarta-feira, 23 de março de 2011
Ciúme
Confiar não é necessariamente a fórmula para não sentir ciúme. Você confia numa pessoa, totalmente, mas ainda assim não consegue ver ela conversar com alguém (alguém X geralmente) sem sentir um aperto idiota no peito, que você sabe que é desnecessário, que você sabe que é babaca, mas que ainda assim está ali.
Eu entendo o ciúme, mesmo não sentindo muito ciúme.
O que não entendo é como as pessoas podem sentir algo no peito que incomoda e, ainda assim, ficarem quietas. Abaixar a cabeça para seus sentimentos é a coisa mais idiota que você pode fazer, porque quando tudo começar a ficar mais difícil de segurar você vai soltar as coisas mais estúpidas todas de uma vez, vai vomitar tudo de ruim que você guardou na pessoa que, naquele momento, não precisa ouvir tudo isso.
Eu acredito que a base de todos os bons relacionamentos seja a sinceridade. Ok, a capacidade de construir uma rotina e ainda assim suportar o outro é importante, mas avisar isso pra ele é muito mais... Meu pai sempre teve ciúme da minha mãe, a ponto de ela ter me contado escondidinha sobre o outro "possível namorado" que ela teve na adolescência. Meu pai sempre teve ciúmes de mim, do meu sobrinho e da minha irmã, mas ele nunca falou, só dá pra ver nos olhos dele. Nesse caso, não é porque ele fica suprimindo isso, é porque ele sabe que vai passar, que é só momentâneo, que ele não precisa guardar o ruim disso no peito, só a parte boa. Sim, até o ciúme tem uma parte boa: quando você olha pra cara da outra pessoa e percebe que ela jamais faria aquilo com você.
Postado por
Caroline
às
13:21
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
segunda-feira, 21 de março de 2011
Canção
Você não escolhe quando vai gostar de alguém de verdade, mas é uma escolha só sua ser feliz.
Hoje eu queria escrever uma canção para você e colocar nela tudo que eu guardo dentro do peito, por mais que isso me deixe exposta, em carne viva, viva... Eu queria cantar alto, pra todo mundo ouvir, queria berrar e atrapalhar o sono de todo mundo, queria mostrar o quanto essa música é importante e o quanto me faz sorrir.
Eu queria poder mudar o mundo, mudar as pessoas, fazer com que me ouvissem e, uau, essa canção é a melhor maneira de fazer isso! Você entende a dimensão da inspiração? Entenda o tamanho da felicidade? Entende o aperto no peito que a distância mínima trás?
Meu mundo gira por você. Minha cabeça pensa em você. Meus pés caminham para você. Eu não sei se é sorte, se é destino ou se é mera coincidência. Eu só sei que hoje, agora, eu quero escrever uma canção para você.
Hoje eu queria escrever uma canção para você e colocar nela tudo que eu guardo dentro do peito, por mais que isso me deixe exposta, em carne viva, viva... Eu queria cantar alto, pra todo mundo ouvir, queria berrar e atrapalhar o sono de todo mundo, queria mostrar o quanto essa música é importante e o quanto me faz sorrir.
Eu queria poder mudar o mundo, mudar as pessoas, fazer com que me ouvissem e, uau, essa canção é a melhor maneira de fazer isso! Você entende a dimensão da inspiração? Entenda o tamanho da felicidade? Entende o aperto no peito que a distância mínima trás?
Meu mundo gira por você. Minha cabeça pensa em você. Meus pés caminham para você. Eu não sei se é sorte, se é destino ou se é mera coincidência. Eu só sei que hoje, agora, eu quero escrever uma canção para você.
Postado por
Caroline
às
08:42
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
quinta-feira, 17 de março de 2011
Holiday
Deixá-la em casa naquele dia o tinha torturado. Sua cabeça era uma confusão de pensamentos, mas sentia que aquela garota que o fez rir era especial. Só conseguia pensar em como era bom estar perto dela e como a desejava mais e mais e mais ao longo do dia. Não admite, mas está apaixonado.
Vê-lo indo embora a incomodou. O coração pulsava enquanto, assustada, tentava fugir do que quer que fosse aquele sentimento enorme, viral, que tomava conta de todo o seu corpo, que inflamava a necessidade de vê-lo novamente, de senti-lo novamente, de apaixonar-se incondicionalmente por ele.
No dia seguinte, entre os mais tórridos beijos e os mais sinceros abraços, Ela baixou a guarda, conferiu a Ele uma chave mestra que abria todas as portas do seu consciente para o que viria. Ele, por sua vez, entregou a Ela, numa caixinha dourada, seu Coração. Ele sabia o quanto seria difícil chegar ao dela, mas dela ter se disposto a dar a chave que abriria as portas para isso, uau, tinham um grande avanço.
Naquele dia, Ele descobriu que é Ela. Naquele dia, Ela já desconfiava que é Ele.
Vê-lo indo embora a incomodou. O coração pulsava enquanto, assustada, tentava fugir do que quer que fosse aquele sentimento enorme, viral, que tomava conta de todo o seu corpo, que inflamava a necessidade de vê-lo novamente, de senti-lo novamente, de apaixonar-se incondicionalmente por ele.
No dia seguinte, entre os mais tórridos beijos e os mais sinceros abraços, Ela baixou a guarda, conferiu a Ele uma chave mestra que abria todas as portas do seu consciente para o que viria. Ele, por sua vez, entregou a Ela, numa caixinha dourada, seu Coração. Ele sabia o quanto seria difícil chegar ao dela, mas dela ter se disposto a dar a chave que abriria as portas para isso, uau, tinham um grande avanço.
Naquele dia, Ele descobriu que é Ela. Naquele dia, Ela já desconfiava que é Ele.
Postado por
Caroline
às
07:38
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices,
Mini Conto
quarta-feira, 16 de março de 2011
Date II
O lugar em meia luz não parecia tão bom até o pedido chegar.
Ela olhava nos olhos, se impôs, mostrou suas opiniões e falou e falou e falou. Ele, tímido, escutou e depois contou suas histórias. Eram parecidos demais. Ela sentiu um calafrio quando a mão Dele finalmente tocou a Sua, não queria mas o coração disparou sozinho, não podia demonstrar mas percebeu que a mesma mão, agora, deu uma tremida. Ele precisava ter ela por perto, sentia que precisava dela, mas não poderia demonstrar, a guarda era alta e depois de tanto se machucar, você torna mais difícil a entrada desses pensamentos em sua cabeça, mas Ele não conseguia segurar, Ela invadiu cada milímetro da sua cabeça.
Ele adora sorvete, Ela gosta de sobremesa e nessa cidade enorme deveria ser mais fácil encontrar a solução. Caminharam falando sobre como encaravam relacionamentos. Bobinhos. Ela tem tanto medo do que sente que teme entrar em pânico e sair correndo a qualquer minuto. Ele não sabe mais lidar com o que sente. Os Dois se olham novamente e, como num movimento mecânico, aquele primeiro beijo deveria mesmo acontecer.
Ela olhava nos olhos, se impôs, mostrou suas opiniões e falou e falou e falou. Ele, tímido, escutou e depois contou suas histórias. Eram parecidos demais. Ela sentiu um calafrio quando a mão Dele finalmente tocou a Sua, não queria mas o coração disparou sozinho, não podia demonstrar mas percebeu que a mesma mão, agora, deu uma tremida. Ele precisava ter ela por perto, sentia que precisava dela, mas não poderia demonstrar, a guarda era alta e depois de tanto se machucar, você torna mais difícil a entrada desses pensamentos em sua cabeça, mas Ele não conseguia segurar, Ela invadiu cada milímetro da sua cabeça.
Ele adora sorvete, Ela gosta de sobremesa e nessa cidade enorme deveria ser mais fácil encontrar a solução. Caminharam falando sobre como encaravam relacionamentos. Bobinhos. Ela tem tanto medo do que sente que teme entrar em pânico e sair correndo a qualquer minuto. Ele não sabe mais lidar com o que sente. Os Dois se olham novamente e, como num movimento mecânico, aquele primeiro beijo deveria mesmo acontecer.
Postado por
Caroline
às
09:04
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices,
Mini Conto
terça-feira, 15 de março de 2011
Date
O tempo ameno do outono já começava a tingir o chão de folhas secas quando Ela recebeu um e-mail. Não imaginava que algo tão simples poderia mudar sua vida, então respondeu como achava apropriado e então estava marcado o encontro. Não sabia o que viria e o que pensar, mas sentiu aquele frio na barriga característico de uma aventura nova, todo corpo e alma não passam disso para Ela.
Ele ouvira falar daquela menina com entusiasmo, sabia que a carne nova lhe faria bem e decidiu investir. Mandou um e-mail que teve uma resposta tão simples quanto engraçada. Sorriu. Teria que correr contra o tempo para encontrá-la, mas valeria a pena pelo que viria depois. Ele só não sabia o quanto.
Encontraram-se naquela escada e o crepúsculo já avançava, a metrópole se acendia, mas a única luz que Ele via era a dos olhos Dela. Orgulho não o deixaria falar que havia borboletas em seu estômago. Ela desconfiava de que era pegadinha do Faustão. Corria os olhos pela multidão procurando explicação para a emoção que a deixava a ponto de chorar.
Partiram então para a aventura Dela, com o entusiasmo Dele e as consequências que nenhum dos dois babacas previram.
Ele ouvira falar daquela menina com entusiasmo, sabia que a carne nova lhe faria bem e decidiu investir. Mandou um e-mail que teve uma resposta tão simples quanto engraçada. Sorriu. Teria que correr contra o tempo para encontrá-la, mas valeria a pena pelo que viria depois. Ele só não sabia o quanto.
Encontraram-se naquela escada e o crepúsculo já avançava, a metrópole se acendia, mas a única luz que Ele via era a dos olhos Dela. Orgulho não o deixaria falar que havia borboletas em seu estômago. Ela desconfiava de que era pegadinha do Faustão. Corria os olhos pela multidão procurando explicação para a emoção que a deixava a ponto de chorar.
Partiram então para a aventura Dela, com o entusiasmo Dele e as consequências que nenhum dos dois babacas previram.
![]() |
| Pequena Miss Sunshine |
Postado por
Caroline
às
07:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices,
Mini Conto
quinta-feira, 10 de março de 2011
O Dom
Algumas situações tem o dom de inspirar. Ontem mesmo aconteceu. Nessas inspirações eu crio personagens fantásticos, fadas açucaradas e pequenos elfos travessos, tomo gosto pela fantasia pra fugir da realidade nem que seja por meia hora.
Ter os dois pés no chão o tempo inteiro não é fácil. Manter a cabeça erguida por mais esdrúxula que seja a situação, agir sempre com a razão e nunca com o coração, aceitar condições inaceitáveis pra suprir carências inexistentes e aí você chega num ponto em que sonhar se torna impossível porque a correria do dia-a-dia te consome.
Quando acontecem essas pequenas coincidências que a vida insiste em tirar de você no dia seguinte, eu aproveito e com todas as minhas forças. Eu crio, eu invento, eu mergulho de cabeça naqueles quinze minutos de inspiração constante, contínua e límpida, mais pura do que qualquer outra. Dura pouco, mas dura pra sempre.
Ter os dois pés no chão o tempo inteiro não é fácil. Manter a cabeça erguida por mais esdrúxula que seja a situação, agir sempre com a razão e nunca com o coração, aceitar condições inaceitáveis pra suprir carências inexistentes e aí você chega num ponto em que sonhar se torna impossível porque a correria do dia-a-dia te consome.
Quando acontecem essas pequenas coincidências que a vida insiste em tirar de você no dia seguinte, eu aproveito e com todas as minhas forças. Eu crio, eu invento, eu mergulho de cabeça naqueles quinze minutos de inspiração constante, contínua e límpida, mais pura do que qualquer outra. Dura pouco, mas dura pra sempre.
Postado por
Caroline
às
08:30
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Carolzices
Assinar:
Postagens (Atom)



















